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CONHEÇA
os projetos
DA SABABV

Parque Alto da Boa Vista

Vista da área destinada a ser o Parque do Alto da Boa Vista

Na Luta pelo Verde

Um Parque com a marca de S.Paulo

Em 2000, após cobrar da Subprefeitura providências para a limpeza da calçada e do terreno na esquina ruas Visconde de Porto Seguro e Vigário João de Pontes, a diretoria da Sababv descobriu que a área era pública. Teve então início a luta pelo Parque Alto da Boa Vista.

Anos de esforços e expectativas

Em 2003, com a publicação do Decreto 44.206, o Parque Alto da Boa Vista estava oficialmente criado.

Ao longo dos últimos anos, contudo, o terreno já foi invadido, já enfrentou novo processo de posse e até descaso das autoridades.

Só em 2014, a comunidade pôde, finalmente, conhecer o projeto de implantação do tão almejado parque. Infelizmente, no final do mesmo ano, a Sababv descobriu que a verba destinada à implantação do parque fora depositada no Fundo Especial de Meio Ambiente (Fema), o que significa que o projeto e a execução das obras do parque terão de ser realizados com outras verbas.

Em 2015, a Secretaria do Verde e Meio Ambiente retomou os trabalhos de manutenção da área. Há planos de instalação de um equipamento com estrutura em vidro e metal, que será utilizado como local de trabalho para a equipe de vigilância. Aparentemente, essa construção será utilizada como piloto para outros parques.

Esforçamo-nos para acreditar que, logo mais, teremos uma nova área verde para os vizinhos desfrutarem.

Parque Alfomares

A Chácara Alfomares é uma das poucas áreas com Mata Atlântica que restaram no Alto da Boa Vista. Depois da morte de seu proprietário, o espanhol Alfonso Escudero, a propriedade ficou abandonada por mais de dez anos.

Em 1997, a SABABV solicitou que fosse aberto um processo de tombamento do terreno, com o objetivo de preservar a vegetação, a casa projetada por Oswaldo Bratke, os jardins projetados por Burle Marx e os espelhos d’água existentes no terreno.

Antes que houvesse algum tipo de decisão, a empresa INPAR deu entrada em um projeto de condomínio. Em 2002, Em 2002 a casa foi demolida de modo irregular, sendo o pedido de alvará de demolição e parte da vegetação fora suprimida, motivando denúncia das associações à Polícia Ambiental e à Secretaria Estadual do Meio Ambiente. Em 2004 a área foi desmembrada em 4 lotes, para a construção de 4 condomínios.

O empreendimento prosseguiu, a despeito da preocupação das entidades com relação a diversos indícios de irregularidade — por exemplo, a existência de uma única área de lazer (clube) para atender os quatro condomínios —, à omissão dos órgão públicos com relação às aves e a outros animais que habitam a área, e à demora da Secretaria do Verde e Meio Ambiente em delimitar a área contígua de 25 mil metros quadrados doada ao município como condição para o desdobro do terreno. O projeto dos condomínios implicava na derrubada de cerca de 2.000 árvores de grande porte. Em 2004 foi montado um estande de vendas, produziram-se folders e farto material publicitário. No entanto, o projeto não foi avante, pois as unidades não foram vendidas. Em 2008, apesar do fracasso de vendas os empreendedores começaram os cortes da 2000 árvores, momento em que o Ministério Público entrou com a ação Civil Pública.

Rotatórias

Nossa região vem servindo de rota de transito de passagem há muitos anos. A situação tem se agravado com as várias obras estruturais de metrô, avenidas, etc.. e os desvios sugeridos pelo próprio CET para dentro dos bairros residenciais.

Nesses últimos meses parece que a diminuição da velocidade permitida nas avenidas e a falta de fiscalização dentro do bairro têm estimulado os motoristas a usarem as ruas dos bairros residenciais com velocidade bem acima do permitido.

Pensando na segurança dos pedestres e dos veículos que circulam pelo bairro e atentos aos problemas recorrentes de enchentes agravados pelo aumento de impermeabilização do solo , nos meados de 2009, a SABABV procurou o CET para estabelecer uma parceria com a CET e a Subprefeitura de Santo Amaro, para reformar as rotatórias existentes ( mas pouco eficientes) tornando-as rotatórias verde. Rotatórias "verdes" são permeáveis e ajardinadas. Essas rotatórias seriam baseadas no modelo das que temos na rua Marechal Deodoro, mas com algumas melhorias de guias e desenho.

As rotatórias da Rua Marechal Deodoro foram realizadas pela Subprefeitura de Santo Amaro na época do prefeito Kassab, como compensação ao bairro causado pelas obras do corredor de ônibus na Av. Ver. José Diniz. A CET na época instalou as rotatórias na rua Marechal Deodoro para ordenar o trânsito de passagem , como uma forma de reduzir o impacto do aumento do fluxo de trânsito na região.

Desde 2009, temos participado de reuniões para a autorização das obras, mas sem sucesso! Nós precisamos apenas das autorizações da CET, pois o patrocínio é o menos complicado dessa "novela".

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