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PARQUE ALTO DA BOA VISTA: anos de esforços e expectativas

Em 2000, após cobrar da Subprefeitura providências para a limpeza da calçada e do terreno na esquina das ruas Visconde de Porto Seguro e Vigário João de Pontes, a diretoria da SABABV descobriu que a área era pública. Teve então início a luta pelo Parque Alto da Boa Vista.

Vista da área destinada a ser o Parque do Alto da Boa Vista
Vista da área destinada a ser o Parque do Alto da Boa Vista

Em 2003, com a publicação do Decreto 44.206, o Parque Alto da Boa Vista foi oficialmente criado. Entre 2003 a 2008, apesar de inúmeras solicitações da SABABV junto aos diversos órgãos da prefeitura, a área continuou abandonada.

Em 2008, um acordo entre Secretaria do Verde e do Meio Ambiente do Município a empresa responsável pelo empreendimento Chácara Santa Helena, resultou em um Termo de Compensação Ambiental (TCA), parte da verba deste TCA, principal item deste acordo, seria destinado para a nossa região, seria o recurso necessário para a implantação do Parque Alto da Boa Vista.

Após o início das obras em 2008 (cercamento e parte da calçada) as obras foram paralisadas por uma ação de solicitação de posse. A Prefeitura mais uma vez, teve que provar ser proprietária do terreno em uma ação que durou de 2008 até novembro de 2012, consumindo tempo e dinheiro do Judiciário, do Estado e do Município.

Apesar de inúmeras cobranças da SABABV nada foi feito até que em 2014, a comunidade pôde, finalmente, conhecer o projeto de implantação do tão almejado parque. Infelizmente, no final do mesmo ano, a SABABV descobriu que a verba destinada à implantação do parque fora depositada no Fundo Especial de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (FEMA), o que significa que o projeto e a execução das obras do parque teriam de ser realizados com outras verbas.

Em 2015, em reunião com o então Secretário do Verde e do Meio Ambiente Dr. Rodrigo Ravena, a SABABV foi informada que a Prefeitura não tinha meios para a implantar a sede administrativa para abrigar os funcionários e servir de apoio aos usuários do parque, mas que equipes de manejo e de segurança já estavam designadas para esta área. Nessa mesma reunião, a SABABV e a Chapel School, Escola Maria Imaculada, propuseram uma doação conjunta de um módulo pré-fabricado. Caberia à Secretaria retirar o entulho da área o mais rápido possível para que essa sede pudesse ser implantada no local e o parque ser aberto ao público. A oficialização da doação ocorreu e carta de doação do módulo foi publicada no Diário Oficial do Município.

Entre 2016 e 2019 algum progresso ocorreu: a remoção de entulho progrediu, a calçada externa foi construída e o Conselho Gestor foi nomeado. Temos motivos para acreditar que, logo mais, teremos uma nova área verde para os vizinhos desfrutarem.

Se você tem algo a apoiar ou pode contribuir para que o Parque do Alto da Boa Vista seja aberto e com instalações que atendam a nossa comunidade, entre em contato conosco em sababv@altodaboavista.org.br

ROTATÓRIAS: redução do trânsito de passagem

Nossa região vem servindo de rota de trânsito de passagem há muitos anos. A situação tem se agravado com as várias obras estruturais de metrô, avenidas, etc e os desvios sugeridos pelo próprio CET para dentro dos bairros residenciais.

Nesses últimos meses parece que a diminuição da velocidade permitida nas avenidas e a falta de fiscalização dentro do bairro têm estimulado os motoristas a usarem as ruas dos bairros residenciais com velocidade bem acima do permitido.

Pensando na segurança dos pedestres e dos veículos que circulam pelo bairro e atentos aos problemas recorrentes de enchentes, agravados pelo aumento de impermeabilização do solo, nos meados de 2009, a SABABV procurou o CET para estabelecer uma parceria com a CET e a Subprefeitura de Santo Amaro, visando reformar as pouco eficientes rotatórias de tartarugas existentes, tornando-as rotatórias verdes. Rotatórias "verdes" são permeáveis e ajardinadas. Essas rotatórias são baseadas no modelo das que temos na Rua Marechal Deodoro, mas com algumas melhorias de guias e desenho.

Rotatória

As rotatórias da Rua Marechal Deodoro foram realizadas pela Subprefeitura de Santo Amaro na época do prefeito José Serra, como compensação ao bairro  pela retirada de árvores quando da construção do corredor de ônibus na Av. Ver. José Diniz. A CET na época instalou as rotatórias na Rua Marechal Deodoro para ordenar o trânsito de passagem, como uma forma de reduzir o impacto do aumento do fluxo de trânsito na região. 

Com 11 rotatórias permeáveis e mais de uma dezena a implantar, aos poucos as rotatórias são realizadas conforme a possibilidade da Prefeitura Regional, como na Rua São Benedito, esquina com a Rua 9 de Julho, na Rua Conde de Itú com a Rua Ministro Roberto Cardoso Alves, e na Rua Irineu Marinho esquina com Com. Elias Zarzur, Graham Bell com Com. Elias Zarzur e outras rotatórias não drenante na esquina da Senador Vergueiro com 9 de julho, Com. Elias Zarzur com Américo Brasiliense e da Paz com a Min. José G. Rodrigues Alckmin.

Os moradores e empresas podem contribuir para a manutenção do jardim, que a SABABV realiza desde o final de 2017, e na implantação de novas rotatórias permeáveis, que é ainda mais simples de realizar se já existe uma rotatória demarcada na via. Reúna os vizinhos interessados, contribua financeiramente para a execução e entre em contato via SABABV@altodaboavista.org.br, pois ainda acreditamos ser importante realizar as seguintes implantações:

SEGURANÇA

A Associação, como uma organização sem fins lucrativos que ajuda a representar a comunidade da região nas demandas aos órgãos, despersonificando a situação, organiza e agrupa as ocorrências, melhores práticas para que sejam aplicadas assertivamente e, mesmo sendo um bairro com índices de ocorrências reduzidos e efetivo policial atuante, segurança nunca é demais. Além da ação da PM através do 190, a união da população é muito importante para reduzir a possibilidade de uma ocorrência. As principais iniciativas, coordenadas pela Polícia Militar, são o CONSEG, Vizinhança Solidária e City Câmeras.

O principal canal da comunidade para ações preventivas, orientações e reclamações, é o CONSEG - Conselho de Segurança. Cada região possui um, o nosso é de Santo Amaro, que é formado por moradores e comerciantes com a participação de vários serviços Municipais, como Prefeitura, Polícias Militar e Civil, Guarda Municipal, Enel, etc… Para receber os convites de participação basta inscrever-se por este e-mail: consegsantoamaro@gmail.com .

O Programa Vigilância Solidária foi proposto pelo Cel. Camilo na Lei Nº 16.771, de 18 de junho de 2018. A síntese do Programa é, promover que os moradores tenham um contato mais estreito, troquem mensagens por aplicativos de celular ou pelo próprio telefone e utilizem placas com o aviso de que naquele lugar existe a medida preventiva – tudo com o apoio da Polícia Militar. Em caso suspeito na rua e na frente das residências ou prédios, os vizinhos se comunicam. Veja informações aqui: http://www4.policiamilitar.sp.gov.br/unidades/dpcdh/index.php/programa-vizinhanca-solidaria/

Este programa tem por foco um morador mobilizador (tutor) por região (poucas casas em uma quadra) que une os vizinhos em um grupo de WhatsApp exclusivamente para alertas e orientações de segurança. Este morador será o representante do grupo em um grupo apenas de tutores, por ora são mais de 15 grupos na região, que trocam melhores práticas, ocorrências e forma de atuação dos assaltantes na região, validações de informações/ocorrências de dentro e fora do grupo e colaboram no resgate de imagens das câmeras de monitoramento dos moradores para solucionar ocorrências.

Se deseja participar de um grupo existente ou promover grupos em demais áreas/ruas, entre em contato com sababv@sababv.org.br . A SABABV também tem à disposição placas residenciais oficiais que ajudam na identificação das casas participantes e assim ilustra a união e atenção no combate à criminalidade. Placas maiores e faixas também estão à disposição.

Já o Programa City Câmeras é um o compartilhamento de sua câmera de monitoramento residencial que está voltada para a rua com a central de monitoramento da cidade, sendo utilizada principalmente após uma ocorrência para encontrar pistas que solucionem o caso, ninguém ficará olhando se algo está ou não acontecendo nas imagens. O munícipe arca com o equipamento, conexão com a Internet e o armazenamento na nuvem (via empresas cadastradas), veja mais em https://www.citycameras.prefeitura.sp.gov.br

Há também iniciativas de monitoramento exclusivamente de trechos de ruas e quadras, onde moradores cotizam equipamentos e despesas para o monitoramento ostensivo em grupo. Fale conosco para conhecer as melhores práticas neste sentido.

Independente de participar ou não de alguma iniciativa a prevenção é sempre muito importante e por isso replicamos aqui algumas recomendações da Polícia Militar:

1- Sempre evite de andar falando com o celular e sair ou entrar na casa conversando e sem atenção ao que acontece na rua;

2- Não hesite em chamar a Polícia Militar toda vez que ver pessoas ou carro em situação não usual (parado e observando as casas, andando vagarosamente, estacionado sem razão aparente, etc.);

3- Tomar muito cuidado com funcionários habituais que trazem ajudantes. Estes podem estar acompanhando a rotina da casa e saber quando roubá-la;

4- Sempre que possível, anotar as placas dos carros que participaram do assalto. Mesmo 'chapas fria" podem ser rastreadas pela Polícia Militar.

5- Cuidado com "simulações de briga", este tipo de golpe está ocorrendo na Av Vicente Rao. A briga chama a pessoa a sair do carro, ocasião em que é rendido e roubado.

6- Sempre muita atenção com serviços não solicitados: NET, Telefônica, etc...na dúvida, chame o 190;

7- Importante se criar uma rotina de segurança na entrada e na saída da casa: nunca sair sem observar a rua procurando atitudes suspeitas, evitar sair se tiver alguém andando pela rua (quem assalta se veste como morador e procura agir  como morador do bairro), aguardar até que pessoa ou carro passe antes de entrar em casa e cuidado com carro estranho parado;

8- Quando sair de viagem, avise seu vizinho mais próximo para que chame a polícia toda vez que identificar barulho ou atitudes não rotineiras.

Em caso de ocorrência:

- Não mexer em nada;

- Chamar a polícia pelo 190;

- Procurar, com vigias e vizinhos, os indícios de hora, veículos, modo de operação e a quantidade e características dos meliantes (como cor de roupa, uso de acessório, estereótipo);

- Providenciar o Boletim de Ocorrência (B.O.), assim a Polícia Militar terá estatísticas para incluir a área em sua atuação preventiva. Se for o caso, peça sigilo de identidade, será preservado e não há como sofrer retaliação;

- Quando tiver o horário e as características, solicitar a demais vizinhos a possibilidade de algo em suas câmeras;

- Toda informação ou imagem deve ser enviada à Polícia Civil;

- Compartilhar o número do BO e informações básicas da ocorrência para tutor do Programa Vigilância Solidária mais próximo de sua área;

- ir à próxima reunião do CONSEG para relatar sua experiência e cobrar ação das autoridades.

Nossa área é atendida pela 4ª Cia da Polícia Militar (5548-8778 e 1bpmm4cia@policiamilitar.sp.gov.br ) que dispõe de até 8 viaturas por turno de 12h (muda diariamente às 6h e às 18h) sob o comando operacional de campo dos Sargentos diurnos (Nogueira e Cavalcante) e noturnos (Tanque e Ávila).

Nosso bairro tem a característica de ter muitos pontos com vigias de rua. São mais de 40 áreas onde um grupo de moradores investe neste tipo de prevenção, nem sempre bem vista por alguns e com eficácia discutível por vários motivos.

Estes grupos são um bom ponto de partida para formar os grupos de Vigilância Solidária que, juntos, formam uma rede para a segurança de nossa região. Organize-se com seus vizinhos para que esta iniciativa os ajudem mutuamente.

uma relação positiva com os vigias, compartilhamos aqui o que a Associação dos Amigos do Alto de Pinheiros muito bem consolidou sobre o assunto: http://www.saap.org.br/vigia-de-rua-duvidas

ENCHENTES NO BAIRRO: histórico, mobilização, projetos.

Nos últimos 30 anos partes do bairro passaram a ser afetadas por um problema que poucos esperariam ocorrer em uma região alta da cidade: enchentes quando da estação chuvosa. A origem deste problema está na combinação de: insuficiência das galerias de águas pluviais (muito antigas e de pequenas dimensões), e perda de vegetação arbórea e aumento da impermeabilização do solo.

Em 2005, após uma enchente devastadora, o então Subprefeito de Santo Amaro, Barros Munhoz, contratou um amplo diagnóstico do problema e um projeto para solucioná-lo. A empresa Hidrostudio foi contratada e, após o diagnóstico, apresentou um projeto de macrodrenagem para a região. Este projeto reformaria todo o sistema de drenagem desde o Alto da Boa Vista até o Rio Pinheiros, passando pela Granja Julieta e Várzea de Baixo. O projeto foi vetado pela Secretaria do Verde e do Meio Ambiente.  E as enchentes foram piorando ano a ano, a despeito das pressões feitas pela Sababv e de moradores (inclusive com ações na justiça). 

Em 2016 técnicos da Secretaria de Infraestrutura Urbana do Município (SIURB) sugeriram reservar a água excedente sob o leito carroçável: técnica denominada supertubo. A Sababv junto com moradores das áreas afetadas procuraram a Hidrostudio para explorar como essa idéia poderia ser implementada, visto que esta consultoria na área de saneamento detinha prévio conhecimento e dados sobre a região. 

Desde 2017 acompanhamos o desenrolar deste projeto dentro da Siurb. Em 2018 formalmente doamos um ante-projeto dos “supertubos” à Siurb, porém trocas de técnicos dentro da Secretaria levaram a retrocessos: houve por um ano um re-estudo da solução de 2005 (macro drenagem), o que levou a equipe da Sabavb e moradores a entabular negociações com a Secretaria do Verde e do Meio Ambiente na busca de uma solução ambientalmente responsável. Outra troca de equipe e voltamos aos “supertubos”. Relatamos este caso com detalhes para que a comunidade fique ciente das dificuldades que são enfrentadas no dia à dia de negociações com a administração pública. Hoje estamos na expectativa que seja contratado o projeto executivo desta solução e que no próximo ano possamos continuar as pressões para a execução do mesmo.

Recentemente a Subprefeitura e a Sabesp começaram a verificar problemas nas galerias de águas pluviais e nas conexões de esgoto em trechos das ruas Nove Julho e Comendador Elias Zarzur. A Sababv está acompanhando as atividades.

ZONEAMENTO: O verde do Alto da Boa Vista sendo “comido” pelas beiradas.

Temos recebido várias mensagens de moradores preocupados com as novas edificações no Alto da Boa Vista, mais precisamente na região da Rua São Benedito.

Durante as discussões do último plano diretor, alertamos diversas vezes a respeito da pressão que o bairro estava sofrendo por conta da chegada do metrô e principalmente por pedidos de mudanças pontuais de zoneamento, através de uma nova lei de Parcelamento, Uso e Ocupação de Solo (LPUOS) . Pedidos esses que serviram para anistiar comércios e serviços instalados irregularmente em zonas residenciais.

Na época da mudança da lei, houve uma movimentação dos moradores e a grande maioria apoiou SABABV nas ações pela preservação do Alto da Boa Vista, mas infelizmente a pressão não foi suficiente, a presença dos vizinhos nas audiências públicas escassas e os argumentos políticos e empresariais se sobrepuseram aos argumentos técnicos. Em 2016, o bairro foi “presenteado” com um trecho de zona mista, ZCor-2 (zona de corredor-2) e uma “borda” bastante significativa de ZEU (Zona eixo de transformação Urbana) que autoriza serviços diversos, comércios e construções de prédios altos. 

 Sempre fomos contra a essa mudança na lei pontual de zoneamento e não aprovamos a postura da prefeitura, em anistiar os irregulares.

São Paulo tem menos de 5% da cidade estritamente residencial e com certeza essa mudança de lei, que veio para acalmar os ânimos de usuários irregulares,  tem trazido nesses anos, muitas perdas ao  nosso “pulmão verde”. Mudança essa, desnecessária, pois já que temos muitos serviços e comércios próximos em áreas já antes, permitidas pelo zoneamento.

A SABABV sempre apoiou os comércios regulares nas proximidades do bairro e valoriza a permanência dos comerciantes, principalmente do Mercado de Santo Amaro que participam há tantos anos da história da região.

Apesar das mudanças de áreas onde agora são permitidos usos comerciais e serviços, várias casas residenciais nas zonas estritamente residenciais, várias situadas  no miolo do bairro, têm sido usadas irregularmente em nossa região, trazendo desconforto aos nossos vizinhos. 

SABABV  listou, através das denúncias de nossos vizinhos, vários imóveis utilizados irregularmente como por exemplo: escritórios com funcionários, casas de festas, entre outros e por meio de um escritório de advocacia, propôs uma ação contra a falta de  eficiência da prefeitura. A ação está em curso, esperamos boas notícias em breve,

COMPOSTAGEM DOMICILIAR: por que não ?

Compostagem domiciliar

Com certeza, você já separa seus plásticos, papelões, vidros e outros recicláveis para a coleta seletiva, certo? E resto de frutas, verduras, café e outros produtos que poderiam ser transformados em adubo para suas plantas? Você descarta esse lixo, denominado orgânico, junto com seu lixo domiciliar? 

De acordo com estudos, mais da metade de todo lixo que produzimos em casa é orgânico, ou seja, mais da metade do resíduo que produzimos é formado por cascas de frutas, verduras e outros rejeitos alimentares, como por exemplo o pó de café, sachês de chá, casca de banana, cascas de mandioca, entre outros. E se todo o resíduo orgânico que é produzido no Brasil fosse tratado em compostagem seria possível reduzir emissões de gás metano, produzir cerca de 37,5 toneladas de húmus por ano, reduzir os espaços ocupados em aterros e lixões; e ainda reduzir a poluição de solos, lençóis freáticos e atmosfera.

Todo esse resíduo em aterros e lixões, juntamente com materiais tóxicos como pilhas, acabam produzindo efluentes que contaminam solos, lençóis freáticos e a atmosfera, agravando a qualidade de vida. Ocupando grandes espaços em aterros e lixões, esse resíduo sem tratamento, acaba produzindo gás metano , que é cerca de 25 vezes mais prejudicial para o efeito estufa do que o gás carbônico .

E então? Por que não? A compostagem é um processo que transforma resíduos orgânicos em húmus, um excelente adubo para as suas plantas, inclusive para a sua pequena horta de temperos ou seu jardim vertical . Para quem vive em centros urbanos, mesmo em apartamentos pequenos, existem várias opções de modelo e tamanho de composteiras, um “recipiente” para depositar os resíduos orgânicos e acelerar a transformação deste material em adubo, propiciando um ambiente adequado para a ação dos micro-organismos e das minhocas.

Gostaria de saber mais?  Tem dúvidas? Escreva-nos. Teremos o maior prazer em auxiliar nesse processo.

Mais Ação

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